Arquivo do mês: junho 2012

Tradição é tradição

Família Barth tem tradição na ¨arte da moda¨, com calçados, bolsas e tudo mais que valorize a mulher, no dia 18 de abril, foi inaugurada mais uma loja dando continuidade aos quase 100 anos no mercado de Itapetininga com as marcas tradicionais como; Casa Astor, fundada em 1927, Gilda Boutique, fundada em 1973 e agora Melissa Barth By Gilda. Click aqui para saber mais como surgiram as marcas.

Melissa Barth,

Agora a Melissa Barth continua a tradição da familia e inovando sempre alem de usar toda a experiência acumulado com seus pais e avos, ¨Os Barths¨ sempre oferecendo os melhores produtos e possibilidades variadas de fazer o produto chegar a você.

Melissa Barth
Inovando mais uma vez a Melissa Barth criou um serviço especial delivery, achei o carro um charme, vc não achou?

Melissa Barth

Há pedidos dos amigos e clientes…

Melissa Barth vai onde você a solicita, é por isso que dia 30 de junho vai haver um encontro em São Paulo para as clientes Vips da Melissa Barth by Gilda, caso queira saber mais sobre este encontro  envie um e-mail para  contato@melissabarth.com.br; ela terá o máximo prazer em te atender.

Melissa Barth by Gilda, Convida as amigas para desfrutar de uma tarde deliciosa no conceito exclusivo STORE IN HOUSE.
Local : Rua Guarara, 364 (esquina c/ a Alameda Campinas) apto 82
Jardim Paulista – São Paulo – Telefone Mê (15) 7834-7692
Horário: das 11:00 as 20:00 hs
Venha tomar um champanhe conosco e conhecer os modelos de inverno que estão fazendo o maior sucesso !!

Bjs e te vejo no Encontro. Betânia Sampaio

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Arquiteta Precoce?

Você é fruto do meio? Ou filha de peixe peixinho é? Que orgulho. Minha filha viajou para São Luis de Paraitinga -SP. Veja que fotos lindas que a Carol, 11 anos, tirou … Que sensibilidade!

Acho que ela tem mesmo um olhar de ¨Arquiteta mirim¨, veja as riquezas dos detalhes que observou na cidade.

São Luiz de Paraitinga-SP
casa de taipa
Igrejinha, sempre é um ponto marcante da cidade
Igrejinha
São Luiz de Paraitinga-SP
São Luiz de Paraitinga-SP
Igreja

E os Bonecos gigantes, parece que estou em Olinda – PE, adorei a simetria da foto da Carol.

São Luiz de Paraitinga-SP
São Luiz de Paraitinga-SP

As ruas da cidade, a pracinha, o coreto… As bandeiras, as cores, o céu azul… Da para sentir a ¨alegria¨ de um povo que mora no interior de São Paulo, que brilhantemente Carol demostrou nas imagens que fez nos 3 dias que circulou pela cidade.
Bandeiras de São Luis,

São Luiz de Paraitinga-SP

Carol Lazzari

Enfim, o que dizer do olhar de uma menina de 11 anos… Filha de uma Arquiteta com um Engenheiro e uma irmã Arquiteta.

Fotos: Carol Sampaio Lazzari.  Texto: Betânia SampaioCarol Sampaio

A hora e a vez de uma CONSCIÊNCIA AMBIENTAL!

Arquiteta-designer Betânia, em homenagem à sua filha Carol, que vem demonstrando grande sensibilidade em relação natureza, segue este texto para seu blog. J.Wolfrio + 20

Arquitetura & meio ambiente

(rumo à Rio+20)

Ponto de partida – Emocionado, o astronauta soviético, Yuri Gagarin, em sua viagem espacial, em 62, proclamava ao mundo:  a terra é azul”. Mas, será, que nosso planeta, vítima de tantos desastres ecológicos e do efeito estufa em consequência de atos de desrespeito à natureza e ao meio ambiente continua azul?

Desafio – Para mantê-la azul, evitando que ela  se transforme cinza, ambientalistas, arquitetos, ecologistas, integrantes de ONG`s, cientistas estão se engajando numa verdadeira cruzada verde em defesa do meio ambiente E da natureza.rio+20

            Ao mesmo tempo, iniciativas e programas oficiais incentivados pela UNESCO se ampliam na busca de respostas e soluções para um mundo mais sustentável, por meio de encontros e conferências, a exemplo do Rio+20, que acontecerá no Rio de Janeiro, de 20 a 22 de junho.

   Utopia? Em matéria de capa, a revista Planeta (número 474), sob o título “Rio + 20: o bonde da utopia” questiona:

  “o que é sonho e o que pode ser real na Conferência global sobre meio ambiente, que a ONU promove no Rio de Janeiro”?

Rio + 20

  A conferência, que deverá reunir centenas de chefes de Estado, representantes de empresas, de agências multidisciplinares e de entidades civis,  colocará em pauta, a princípio, dois grandes temas. Ou seja: a busca de soluções para uma economia verde socialmente inclusiva e a transformação da ONU numa Organização Mundial do Meio Ambiente – Omna.

Constatação – Sustentabilidade? Desenvolvimento sustentável, cidade sustentável, arquitetura sustentável, agronegócio sustentável etc.

      A palavra, não dá pra negar, transformou-se na bola da vez dos debates temáticos do momento. Céticos, alguns torcem o nariz, duvidando dos resultados práticos dessa corrente, a exemplo de outras ou modismos do passado que acabaram no esquecimento.

   De qualquer forma, já podemos observar mudanças de hábitos e comportamento quanto ao meio ambiente em nosso cotidiano, como a questão do lixo reciclável, da substituição dos sacos plásticos por sacolas retornáveis, o reuso da água potável, a coleta seletiva do lixo eletrônico (pilhas, computadores, eletrodomésticos), a substituição do automóvel pela bicicleta, a arborização de áreas públicas etc.

    Questão. Até que ponto a Arquitetura pode contribuir para a qualidade de vida ambiental do planeta?

     Até a revista AU (número 212), que andava tão distante de nossa realidade brasileira e, em particular, da realidade do Nordeste,  numa edição especial sobre arquitetura e sustentabilidade, enfocou o tema. Na seção “Fato & Opinião”, perguntou a vários arquitetos: “Se a boa arquitetura pressupõe critérios de  sustentabilidade, por que algumas das maiores obras de referência da arquitetura brasileira não são exemplos de eficiência ambiental?

     Sempre criterioso, o arquiteto Miguel Pereira ponderou e advertiu: é preciso ter cuidado ao fazer definições, argumentando:

     -“ As maiores obras da Arquitetura brasileira são exemplos do bom uso de materiais, da preocupação com a orientação solar e ventilação (nesse ponto, os arquitetos do Nordeste, com certeza, dão um show), da valorização cultural, do respeito ao espaço urbano e do conforto do usuário”. E cita como exemplo a obra de João Figueiras, o Lelé, ao qual poderiam ser agregados outros exemplos, incluindo projetos de Severiano Porto e dos saudosos Zanine Caldas, Lina Bo Bardi e Lúcio Costa.

    O debate, enfim, está aberto. Participe dele, também, com sua opinião e sugestão.   José Wolf